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quantity is quality in the big city it ain't pretty the way you treat me the bamboo viper looks so naive, yeah. i said, quantity is quality in the big city, nobody's gonna deep fry another page out of the diary , oh it ain't pretty the way you beat me up the bamboo viper looks so naive. yah.

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FORMAÇÃO: Dimas Gimenez (Vocal), Duda Victor (guitarra), Lincoln Alexandre (guitarra), Marcelo Galvan (baixo), Márcio Galvan (Bateria).
INÍCIO: 1990 TÉRMINO: 1992
BANDA: FAHRENHEIT 451 == Essa história deveria começar em 1990, que foi quando começamos a morar juntos em Londrina para estudar e aí formamos a banda. Mas na verdade essa história começou alguns anos antes
Em 1985 na cidade de Umuarama, formei uma banda junto com Marcelo Galvan, Rossano Totino, chamava Incógnito; o Márcio Galvan quando vinha a passeio na cidade, tocava bateria com a gente.
Naquela época, sabíamos da existência de outro grupo de rock, que tocava a um tempão em Umuarama, chamava “General X”. Um dia, num clube dessa cidade, fomos participar de um evento, na passagem de som, enquanto esperávamos a nossa vez, entrou uns “caras” cabeludos, com seus jeans surrados, queriam participar do show e não sei porque não os deixaram participar, acho que os organizadores do evento ficaram com medo dos rapazes. Logo na sequência, nós conversamos pela primeira vez, então conheci o Dimas, o Lincoln, o Tantan e o Jumps, esse foi o primeiro contato que eu tive com os figuras. Já tinha os visto tocarem uma vez numa praça pública, achei muito legal o som. Eles eram mal vistos na cidade pelo visual que usavam, confesso que foi à primeira banda de rock que tive contato direto. Depois desse evento, começamos a trocar ideias. Em 1987 o Dimas passou no vestibular de Jornalismo na UEL e mudou para Londrina, o Valquir e o Lincoln foram com ele, moravam juntos, numa casa que alugaram.
Em 1990 é que fui para Londrina cursar Educação Artística, aluguei uma casa de um quarto só, na rua Canudos em frente do restaurante universitário o Marcelo Galvan e o Valquir estavam comigo, nessa casa chegamos a morar em cinco pessoas, todos de Umuarama, dentro de um quarto, cozinha e banheiro. Começamos a fazer as primeiras músicas já que o Dimas morava na Casa do Estudante, ficava em frente e sempre estava com a gente. Não tínhamos grana para nada, éramos completamente “durangos”, mas sempre abastecidos de bebidas e drogas pelos camaradas que viviam passando por ali. Nessa casa se formou o Fahrenheit 451. Logo iniciou os ensaios e as composições. Havia muitas festas universitárias, shows de bandas na cidade. Um ano depois o dono da casa não aguentou mais e nos convidou a sair, então alugamos uma casa próximo ao Zerão. Essa era grande tinha dois quartos e sala. Um dos quartos ficou para os ensaios e a coisa pegou ritmo. Ensaiávamos quase todos os dias e montamos um repertório com umas sessenta músicas. Estávamos prontos para lançar a banda. Fizemos contato com a Gabi, dona do “Araucana”, que era um bar na rua Pernambuco e ali fechamos nosso primeiro show. Fizemos um cartaz bem legal, era uma foto do filme Fahrenheit 451, baseado em um livro de Ray Bradbury, de onde tiramos o nome. Colamos alguns cartazes pela cidade e fomos fazer o nosso primeiro show. Por incrível que pareça o lugar lotou. Foi uma daquelas noites loucas,todo mundo dançava, chapava ao som da banda. Estava feito os “rockers” mais “fudidos” e quebrados da cidade, mas éramos autênticos. Uma semana depois, voltamos no Araucana para o segundo show, como o primeiro foi muito bom. Começaram as festas em repúblicas e bares da cidade. Nossa casa no Zerão não fechava a porta nunca, dia e noite pessoas entravam e saiam, dormiam pelos cantos da casa, faziam suas loucuras. Às vezes eu chegava de madrugada e não tinha onde dormir. Um dos quartos estava sempre fechado com alguém, com alguma garota dentro. Morámos um ano nessa casa e foi o período mais forte da banda, onde aconteceu a maior parte das loucuras, sexo e consequentemente os problemas.
Bebíamos muito, não tínhamos dinheiro. Criamos uma relação de convivência, aconteceram muitas coisas boas e algumas ruins, a convivência pesou devido às relações de cada um com as garotas. Vivemos três anos de muito sexo, drogas e rock’n’roll era o queríamos fazer naquela época. Recebemos até uma proposta com um bom cachê pra fazer um show, depois que a banda acabou, só que já não tinha mais clima.
Não tem como escrever a história do rock em Londrina sem passar pelo Fahrenheit 451, influenciamos a molecada que começavam com suas bandas e as pessoas que iam aos nossos shows. Isso tudo aconteceu de 1990 até 1992. Com certeza foi “ducaralho” estar junto com esses figuraças e participar de tudo isso. Ficaram algumas lembranças, porque as coisas aconteceram muito rápidas, não dá para lembrar tudo, ficou uma relação entre nós e outros amigos que conheci e que será eterno.
ENSAIOS: No início, quando morávamos na frente do restaurante universitário, os ensaios eram feitos somente com violões, não tínhamos equipamentos e nem espaço. Depois mudamos para uma casa ao lado do Zerão. Nessa casa compramos o básico para iniciar, ensaiávamos quase todos os dias. Os vizinhos reclamavam muito, mas não adiantava. Uma vez, depois que o Dimas, o Marcelo e o Márcio mudaram para outra casa na rua Góias, chamávamos essa casa de “Repa”, fiquei sozinho no Zerão, então roubaram minha guitarra e um amplificador, um dos vizinhos disse: “Por que não roubaram a bateria?” Porque o Márcio batia muito forte e fazia muito barulho. Daí em diante, mudamos os ensaios para a “Repa”, que foi a última fase da banda, compramos mais equipamentos e melhorou um pouco a qualidade dos ensaios, mesmo sem ter acesso a equipamentos importados porque era muito caro. Logo começamos a preparar nossa primeira “Demo” que nunca terminamos. Fizemos também nessa casa algumas festas com som ao vivo e muitas loucuras, mas já não estava do mesmo jeito. Não tínhamos recursos para gravar, tentamos de várias maneiras, com equipamentos emprestados, ajuda de amigos, porém não tivemos bons resultados. O Bruno Iglesias, guitarrista da banda Gólgota, ajudou nas tentativas de gravações. Acho que esse é o principal buraco deixado pela banda, não gravar nada. Continuamos juntos por mais um ano, fazíamos ensaios, shows e profissionalizava mais a banda. Também desviamos do caminho por problemas pessoais de cada um e de todas as loucuras que aconteceram. Essa casa também durou um ano que foi a última fase da banda. Depois que entregaram à casa a banda acabou.
COMPOSIÇÕES: Como passávamos muito tempo juntos, fizemos várias músicas. Ainda lembro: Sunshine Makers, No Mans Land, Psicose, Sandman, O vento, Do you gonna do, She's my big bomb e muitas outras composições. Todos participavam, com ideias e depois fazíamos os arranjos.
SHOWS: Fizemos muitos shows. Tínhamos amigos de outras bandas como Gólgota,Psicodeath, Convulsão alias o Silvio, baterista, nos ajudou no começo, ele deixava a gente fazer alguns ensaios no estúdio, Quando o empresário Emerson Abelha abriu o Gran Mausoléu, o melhor bar de rock da cidade na época, trazia bandas de fora e convidava a banda Fahrenheit 451 para tocar junto. Um dia ele chamou a banda Cólera e convidou a gente para tocar, foi um show muito legal; no Zerão tocamos com uma banda gospel, Katsbarnéa, neste show os seguranças não deixavam a molecada subir no palco para pogar, mas o Dimas no final do nosso show intimou o público e o palco encheu, todos dançavam, agitavam, eu não conseguia ver os caras da banda. Fizemos shows em vários locais da cidade de Londrina e em algumas cidades pequenas do interior do Paraná. Algumas histórias engraçadas aconteceram. Uma delas ocorreu numa cidadezinha do interior, era o último comício do principal candidato da cidade. Nosso problema começou no hotel, porque antes de ir para o show, acendemos uns baseados, enquanto pegávamos os instrumentos, a porta do quarto ficou aberta, o cheiro se proliferou pelo hotel, vieram os responsáveis, ameaçaram chamar a polícia e saímos meio que na correria. Após o show as garotas nos cercaram para autógrafos e tal até pegaram os tênis do Dimas. Outro show muito divertido foi em Ponta Grossa, na verdade, nesse dia, uma banda não apareceu, então chamaram a gente para tocar no lugar deles, teríamos que dizer que éramos de São Paulo e pediram para que não falássemos muita besteira. O Dimas começou o show dizendo “boa noite Ponta Grossa, cidade fria pra ca...ramba”, isso esta gravado em alguma fita cassete perdida em algum lugar, depois ele anunciava um som, mas quando olhou pra trás o Márcio não estava na bateria, então disse: “assim que o baterista voltar”, ele estava no camarim se concentrando um pouco mais. Em Londrina fizemos um show no calçadão, tínhamos incluído no cachê uma garrafa de vodca, sempre exigíamos muito álcool em nossas apresentações. Não deram, porque achavam que poderíamos criar problemas. Ok. Aí tivemos que nos virar e arrumamos a nossa garrafa de pinga. Fiquei tão bêbado nesse show, que depois de algumas canções o Dimas perguntou ao público se queriam um som mais agitado ou uma balada. Eu, bêbado como estava, peguei o microfone e gritei “Rock’n’Roll”, para que tocássemos algo mais porrada. O Lincão me emprestou um pedal de guitarra já que ele não pôde tocar nesse dia. Eu perdi o pedal, ou pensei que tinha perdido, o achei um mês depois, atrás do amplificador. Duda Victor – fevereiro de 2009.

Novamente amanhece nublado e chuvoso. Vontade de voltar pra algum lugar? Sei lá, acho que nem tanto nos dias de hoje. Apego material? Nem a pau. Somente uma xícara de chá preto e sem açúcar enquanto Arnaldo Baptista tenta alegrar o final da manha. Ele consegue sempre. Adoro as linhas de baixo com piano. Da hora. Ele vai voltar pra cantareira...
Esse blog precisa de posts eu acho. Ando preguiçoso nos dias de hoje. Aliás, sou um preguiçoso nato. Um velho gato gordo e sonolento em manhas de domingo, sei lá.
Eu sempre gostei dos pés de goiaba nas casas. Lembro de algumas casas abandonadas e cheias de mato crescido, misturado a entulhos e sempre havia um pé de goiaba imponente e saboroso em meio ao caos. Velhas casas de madeira e seus pés de goiaba. Tanto faz se da branca ou da vermelha.
Mesmo assim a temperatura dos árticos parece ser a mais alta dos últimos 2000 anos. Vi isso por ai num site da bbc. Vai derreter?
Não me canso de falar do mundo de fantasia que tenho tentado criar pra mim. Um universo encantado de coisas não muito lúcidas, creio. Não me importo mais com pequenos detalhes. Tenho construído (tijolo por tijolo) um abrigo subterrâneo que dentro em breve estará pronto pra ser habitado. Lá dentro também terei acesso a uma bolha de oxigênio mental e paredes cinza-prata-fosco.
Dai que se danem as garotas malvadas dos supermercados, os automóveis em velocidade, as catracas dos ônibus e dos metrôs, os edifícios, os seguidores religiosos e os (maus) carrinhos de cachorro quente. Quero os com salada fresca e mostarda. Não me encanto mais com esse papo de x-tudo ou novidades novelísticas. Será que existe um botão vermelho pronto pra mandar pelos ares alguns canais de televisão? Por favor, diga que sim.
Essa não é a hora de reclamar acho, mas também não é a hora de parar a construção da fuga. A fuga. Eu quero a fuga. Quero logo. Quero a desparafuzação da cidade o quanto antes, a introdução (não temporária) dos vigilantes da picaretagem e dos exterminadores de burrice. Às vezes eu imagino algumas instituições sendo automaticamente deletadas da sociedade humana. Imaginem o plim plim sendo desligado pra nunca mais? Uau, que pena que isso não vai rolar tão cedo. Eles vão cobrir as Olimpíadas de 2016 e vão lucrar um bocado com isso. Que péssimo imaginar. Quanto será a barganha?
Ainda ando por ai ou deito na cama à procura de sonhos agradáveis. Talvez uma fonte barata da felicidade apta a me isolar em alguns pontos ainda frescos e virginais da cidade. Momentos em que a cabeça se isola das paradas de sucesso, das tendências da moda, dos cults em movimento, dos automóveis, dos arrogantes, pretensiosos, fedidos, perfumados, das pessoas chatas e das super legais também. Andamento natural das coisas. Eu preciso desses sonhos agradáveis. Eu preciso fugir e relaxar. Essa freqüência é a mais bem vinda de todas. Principalmente agora.
Todo transtorno necessita ser cessado nesse momento. Que venha à tona as capas de discos, as velharias guitarrísticas, as lembranças dos amigos, os desejos não materiais ou a descontração das falas ornamentais em pontos de ônibus ou salas semi-vazias de escritório. Não posso estar falando tão sério. Talvez não tivesse se não fosse pelo fato de o peso do dia a dia e da solidão humana estar sempre me cobrando isso. O tempo todo. De hora em hora, de minuto em minuto. Principalmente nesse momento. Daí é hora de sonhar e acertar as contas com as coisas boas e puras. Posso estar meio loco pensando assim ou talvez arrumando uma desculpa qualquer pra almejar as coisas, mas simples. Entendo que pode ser isso, mas continuo genuíno no meu ponto de vista. Embromar o subconsciente com sobremesas subversivamente puras e inocentes pode ser um bom caminho pra desativar a pena da solidão. Mas não se trata de melancolia. Talvez apenas um ponto negro que se transforma numa sala escura e que pode surpreender a abertura de uma porta ou janela que vai lhe permitir a entrada ou um pulo a um mundo quadrinístico ou quem sabe fonográfico. Talvez uma estória em quadrinhos recheada por tons verde abacate, vermelho kitsch, cinza e amarelo claro. Quem sabe uma pequena tela em preto branco em movimento também apareça do nada pra refrescar o teor do sonho. Simples e engraçados curtas de cinco minutos e caoticamente mudos. Sem legendas ou mais informações. Daí eu posso me abstrair no segundo minuto e transformar os fatos previsíveis em viagens mais curtas e divertidas. Meu coração dói um pouco agora. São coisas que a vida me proporciona por que eu me jogo nela pra ver o que acontece. A sessão do amor em intermináveis dias e com direito a um retorno confuso e imprevisível... preciso ir agora. Apareça sempre.
Quando eu era criança um senhor cuja descrição de pai me perguntou: quando você crescer, você quer mandar ou ser mandado?
Já há mais de duas décadas eu respondo pra mim mesmo: ok, nenhum dos dois.
Cara, eu jamais faria uma pergunta desse tipo pra uma criança de oito anos. Enfim, os tempos mudaram e os primeiros raios de sol das manhãs de segunda feira geralmente indicam que você esta fodido. Fodido e mal pago. Fodido, mal pago e desvalorizado, já seguindo a crença de que quem trabalha é sim sustentavelmente digno do trabalho porque trabalha e se você trabalha, você é uma pessoa trabalhadora e honesta nos pontos de vista católico, apostólico, romano, televisivo, popular e corrosivamente fascista no sentido jugular da brincadeira. Mas cara, se você tem futebol toda quarta na grobo, super cine todo sábado à noite, se teu país para todo ano pra dançar e beber por três dias, se você tem novelas com tramas, romances e cenas incendiárias de sexo em clima cine prive e sangue escorrendo pela televisão em horários x que mais lembram a versão do jornal notícias populares em forma de tubo de imagem, então por quê? Por que reclamar da vida? Por que reclamar como eu? Por que ser um vagabundo como eu? Por que não se deliciar? Por quê? Por que não? Eu to errado!
Eu não reclamo mais. Eu passo horas assistindo documentários sobre a segunda guerra mundial e as barbaridades hitlerísticas. Também gosto da guerra da Coréia e Vietnã. Eu fico assistindo e tentando entender alguma coisa que faça sentido. Talvez a brincadeira esteja aí. Eu não consigo entender nada.
Que diferença faz um canal de televisão maldito atrasando e ditando os fetiches inexistentes de um país por décadas ou aviões desfolhando florestas e dnas humanos por eras em intermináveis guerras em busca de controle e exploração? Ok, as diferenças são várias, mas o conteúdo de ambos tem o mesmo nível de sordidez no meu ponto de vista. Ok, você é vietcong... Ok, tua barriga tá grande demais e você está fora dos padrões da novela... Ok, você tá fudido porque é pobre, mas pode comprar um Nike importado em mil prestações (e claro, correr o risco de ser morto por isso), mas lembre-se que os Nikes importados são fabricados também no Vietnã, assim como na China, Malásia e outros paraísos da manufatura escrava. Uau. Que texto sem graça.
Mas fala serio. Foi massa assistir seriados como Araponga, Segredo de Anita ou novelas como Roque Santeiro, Rainha da Sucata, Bebê a Bordo ou talvez Vereda Tropical e Cambalacho, mas eu ainda acho que o disco Blank Generation do Richard Hell mereça uma versão remasterizada com bônus e encarte explicativo. Talvez uma edição de aniversário atrasada em vinil com direito às informações inseridas no encarte do vinyl. Só lembrando que a capa cor-de-rosa disponível em cd não é a original. Você se lembra da capa bege onde ele desafia o comprador com uma cara de quem não dorme há anos, mostrando o peito rabiscado de you make me?
Richard Hell com certeza nunca assistiu a uma novela da Globo mas já apareceu na globo como coadjuvante do filme da Madonna, procura-se Susan Desesperadamente. Ele também nunca foi ao Vietnã, mas num email me disse uma vez que gostaria de ir pro Brasil explorar a floresta amazônica. Putz, assim ninguém merece. Meus amigos andam fazendo tattoes. Eu não tenho uma tattoo. Seria legal ter tattoes? É pecado ter tattoes?
Alguns amigos tatuam caveiras, guitarras, árvores, moscas invasoras, nome de mulher, caveira de headphone, ratos, capas de discos, nome de banda, nome da própria banda, tudo o que a imaginação deixar. Eu ainda não tatuei. Eu sempre tive vontade de fazer algo no antebraço tipo, rasgar o cpf. Um amigo. O Alexandre Homem Cobra já tinha uma caverona no antebraço em 1994. eu achava transgressor, mas alguns caras estão à frente da época. O cara rasgou o cpf já no começo dos anos noventa. Com certeza na época era de papel, nos tempos modernos você tem que quebrar o cartão... To loco mamãe?